As políticas de prevenção da exclusão social, incidindo nos sectores mais vulneráveis da população, têm sido uma aposta constante da equipa e projectos do PSD na Autarquia do Funchal.
Incluir através da atribuição de uma habitação social não chega!
Com a rede de Centros Comunitários criada em todos os conjuntos habitacionais, foi possível desenvolver programas dirigidos às crianças, jovens e suas famílias.
A adopção de politicas de proximidade cada vez mais proactivas envolvendo os moradores dos conjuntos habitacionais é a estratégia e aposta mais adequada.
Diariamente em cada Centro Comunitário são desenvolvidos programas que vão desde a gestão doméstica, a promoção da saúde, a literacia financeira e digital, a formação parental, o desenvolvimento de competências pessoais e sociais, entre outros, têm promovido a igualdade de oportunidades e a coesão social.
A cidade dispõe de catorze Centros Comunitários distribuídos pelos conjuntos habitacionais:
Centro Comunitário da Quinta Falcão I e II
Centro Comunitário Quinta Falcão - Casa Azul
Centro Comunitário das Romeiras
Centro Comunitário de Santo Amaro
Centro Comunitário Quinta Josefina
Centro Comunitário da Várzea
Centro Comunitário das Murteiras
Centro Comunitário do Palheiro Ferreiro
Centro Comunitário Canto do Muro
Centro Comunitário de São Gonçalo
Centro Comunitário dos Viveiros
Centro Comunitário das Cruzes
Centro Comunitário do Funchal
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Centros Comunitários - Actividades de Verão
A Câmara Municipal do Funchal tem vindo a desenvolver, ao longo do Verão, uma série de actividade que se desenrolam em diversos locais com as cerca de duas centenas de crianças que frequentam os Centros Comunitários da cidade.
Rubina Leal, a vereadora responsável pelos pelouros da Acção Social e da Educação da autarquia presidida por Miguel Albuquerque, desenvolveu uma série de actividades que vão de encontro às estratégia da edilidade, no que diz respeito a políticas de proximidade. Assim, no que diz respeito às questões sociais direccionadas para as crianças e jovens — e pelas suas famílias — são desenvolvidos programas em que são utilizadas diversas formas de «chegar às crianças».
Brincar a aprender e aprender a brincar
Nas férias de Verão, conta a vereadora, «são desenvolvidos programas para que as crianças e jovens não fiquem em casa», além de que este ano existe um professor afecto à SocioHabita que tem desenvolvido múltiplas actividades na área desportiva. Por outro lado, prossegue a responsável, «temos feito uma grande aposta, em parceria com a Direcção Regional de Prevenção das Toxicodependências em que, durante todo o Verão, semanalmente, são feitas acções de formação em todos os bairros».
O objectivo principal destas actividades não é, contudo, «fazer actividades lúdicas» e sim «promover a inclusão social». E essa, explicou Rubina Leal, «não se faz com jogos, faz-se através de actividades lúdicas, mas pedagógicas». Promover estilos de vida saudáveis, mesmo que recorrendo a actividade desportiva, não se limita a uns exercícios, porque «estamos a promover o combate à toxicodependência, a promover a adopção de estilos de vida em que os jovens vão aprender a lidar e a se defender dos riscos».
Naturalmente, por trás destas acções, está um objectivo muito menos notório, mas louvável, que é o da igualdade de oportunidades que todos devem ter, uma vez que são franjas mais vulneráveis que não poderiam, na maior parte dos casos, ter acesso a actividades como as que têm experimentado.
A vereadora conta que «neste Verão tem havido grandes apostas nas actividades desportivas, pois as crianças e jovens já fizeram karting, andebol, natação, hidroginástica» e a parte mais pedagógica, onde se inserem «a dança, o teatro e a música». As actividades funcionam diariamente, «não são actividades pontuais, são diárias que funcionam nos vários centros comunitários». Um bom resultado e o culminar desta acção, é o facto de «conseguirmos fazer acantonamentos e acampamentos com eles, que de alguma forma são os grandes momentos de aprendizagem: estar em grupo, cumprir regras, ter e distribuir tarefas, respeitar o outro e perseguir o grande objectivo que é a inclusão social, atendendo a que não se pode considerar — e cada vez menos se pode fazê-lo — os bairros sociais como problemáticos. Existem, isso sim, complementa a vereadora, «situações de risco, mas possíveis de colmatar com estas políticas de proximidade».
O que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde, é que vão ser colhidos frutos deste investimento em formação, porque «na actividade social, quando queremos números e resultados, é difícil contabilizar comportamentos e atitudes», mas «basta chegar aos bairros e vermos os espaços comuns, há uma grande alteração e isso é visível, por exemplo, na Quinta Falcão».
Os Escuteiros têm vindo a colaborar com estas iniciativas da autarquia, incluindo os acampamentos, por estarem mais habituados a este tipo de actividades, tendo ido várias dezenas de jovens e crianças ao local onde acamparam.
Nos centros Comunitários espalhados pelo concelho do Funchal estão crianças e jovens entre os seis e os 18 anos.
Cristina Costa e Silva
Publicado in Jornal da Madeira em 31 de Agosto
Rubina Leal, a vereadora responsável pelos pelouros da Acção Social e da Educação da autarquia presidida por Miguel Albuquerque, desenvolveu uma série de actividades que vão de encontro às estratégia da edilidade, no que diz respeito a políticas de proximidade. Assim, no que diz respeito às questões sociais direccionadas para as crianças e jovens — e pelas suas famílias — são desenvolvidos programas em que são utilizadas diversas formas de «chegar às crianças».
Brincar a aprender e aprender a brincar
Nas férias de Verão, conta a vereadora, «são desenvolvidos programas para que as crianças e jovens não fiquem em casa», além de que este ano existe um professor afecto à SocioHabita que tem desenvolvido múltiplas actividades na área desportiva. Por outro lado, prossegue a responsável, «temos feito uma grande aposta, em parceria com a Direcção Regional de Prevenção das Toxicodependências em que, durante todo o Verão, semanalmente, são feitas acções de formação em todos os bairros».
O objectivo principal destas actividades não é, contudo, «fazer actividades lúdicas» e sim «promover a inclusão social». E essa, explicou Rubina Leal, «não se faz com jogos, faz-se através de actividades lúdicas, mas pedagógicas». Promover estilos de vida saudáveis, mesmo que recorrendo a actividade desportiva, não se limita a uns exercícios, porque «estamos a promover o combate à toxicodependência, a promover a adopção de estilos de vida em que os jovens vão aprender a lidar e a se defender dos riscos».
Naturalmente, por trás destas acções, está um objectivo muito menos notório, mas louvável, que é o da igualdade de oportunidades que todos devem ter, uma vez que são franjas mais vulneráveis que não poderiam, na maior parte dos casos, ter acesso a actividades como as que têm experimentado.
A vereadora conta que «neste Verão tem havido grandes apostas nas actividades desportivas, pois as crianças e jovens já fizeram karting, andebol, natação, hidroginástica» e a parte mais pedagógica, onde se inserem «a dança, o teatro e a música». As actividades funcionam diariamente, «não são actividades pontuais, são diárias que funcionam nos vários centros comunitários». Um bom resultado e o culminar desta acção, é o facto de «conseguirmos fazer acantonamentos e acampamentos com eles, que de alguma forma são os grandes momentos de aprendizagem: estar em grupo, cumprir regras, ter e distribuir tarefas, respeitar o outro e perseguir o grande objectivo que é a inclusão social, atendendo a que não se pode considerar — e cada vez menos se pode fazê-lo — os bairros sociais como problemáticos. Existem, isso sim, complementa a vereadora, «situações de risco, mas possíveis de colmatar com estas políticas de proximidade».
O que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde, é que vão ser colhidos frutos deste investimento em formação, porque «na actividade social, quando queremos números e resultados, é difícil contabilizar comportamentos e atitudes», mas «basta chegar aos bairros e vermos os espaços comuns, há uma grande alteração e isso é visível, por exemplo, na Quinta Falcão».
Os Escuteiros têm vindo a colaborar com estas iniciativas da autarquia, incluindo os acampamentos, por estarem mais habituados a este tipo de actividades, tendo ido várias dezenas de jovens e crianças ao local onde acamparam.
Nos centros Comunitários espalhados pelo concelho do Funchal estão crianças e jovens entre os seis e os 18 anos.
Cristina Costa e Silva
Publicado in Jornal da Madeira em 31 de Agosto
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Requalificação Urbanística aliada à construção de Habitação Social
Câmara do Funchal vai fazer obras nos prédios degradados para habitação social
A Câmara Municipal do Funchal está a levar adiante o processo de posse administrativa de prédios em avançado estado de degradação na Zona Velha da cidade, protegida em termos legais, para as transformar em habitações sociais. Para já, há pelo menos quatro destes edifícios cujo processo de expropriação determina um investimento avultado, não só para pagar aos proprietários como para as obras de reconstrução.
A última das quais custará 155 mil euros (53 mil para os expropriados, 102 mil para a recuperação) para recuperar um edifício quase em ruínas na Rua de Santa Maria à Travessa da Fonte. São 33 metros quadrados de área coberta, mas com uma área de implantação de 64,84 m2, pertencentes a um único proprietário.
Segundo o vice-presidente da CMF, o maior entrave a este projecto da autarquia iniciado há cerca de 10 anos é a definição dos donos dos prédios, nalguns casos são muitos herdeiros (que até inviabiliza obras dos mesmos) e num processo que, igualmente, depende dos recursos financeiros disponíveis na autarquia. Daí não poder ser alargada a outras zonas da cidade.
"O processo destas quatro expropriações encontram-se em fases diferentes. Há dois em que já fizemos a posse administrativa e outros dois numa fase anterior", explica Bruno Pereira. "O objectivo do projecto é a aquisição, por parte da Câmara, de edifícios que estavam em manifesto estado de degradação, que constituem 'pontos negros' para o Núcleo Histórico de Santa Maria Maior.".
Quanto a prazos, "no próximo ano lançaremos uma empreitada para a sua recuperação, transformando-os em apartamentos para habitação social", garante. "Depois de uma fase em que os edifícios recuperados foram destinados a receber espaços de artesanato, comércio ou associações [exemplo a sede do Sindicato de Jornalistas, no Largo do Corpo Santo] ou a Residência de Estudantes, queremos a Zona Velha com população a viver e não só característico e pitoresco para turista ver", conclui.
CMF "percursora"
Numa breve passagem pela Rua de Santa Maria, qualquer transeunte mais atento depara-se com várias casas em avançado estado de degradação, algumas já em ruínas. Nós contámos pelo menos 13 a 'cair aos pedaços' e/ou desabitadas.
"Queremos uma zona vivida e habitada", define o autarca a estratégia. "Claramente que o nosso projecto é percursor a nível nacional, face ao que o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (ex-INH) agora defende que, sempre que possível, se concilie a construção de habitação social com a requalificação urbanística", lembra. "Ou seja, não fazer habitação social em novas áreas, que muitas vezes acarreta um conjunto de problemas com a criação de guetos, mas sim no centro da cidade e, dessa forma, recuperando património".
Quanto a estender esta política para o resto da cidade, aos outros núcleos históricos (Sé e São Pedro), Bruno Pereira é claro: "O grande problema é a componente financeira. Isto não pode ser feito de uma forma generalizada. No futuro, será uma tendência que será alargada".
Francisco José Cardoso
Publicado in Diário de Notícias em 28 de Agosto de 2009
A Câmara Municipal do Funchal está a levar adiante o processo de posse administrativa de prédios em avançado estado de degradação na Zona Velha da cidade, protegida em termos legais, para as transformar em habitações sociais. Para já, há pelo menos quatro destes edifícios cujo processo de expropriação determina um investimento avultado, não só para pagar aos proprietários como para as obras de reconstrução.
A última das quais custará 155 mil euros (53 mil para os expropriados, 102 mil para a recuperação) para recuperar um edifício quase em ruínas na Rua de Santa Maria à Travessa da Fonte. São 33 metros quadrados de área coberta, mas com uma área de implantação de 64,84 m2, pertencentes a um único proprietário.
Segundo o vice-presidente da CMF, o maior entrave a este projecto da autarquia iniciado há cerca de 10 anos é a definição dos donos dos prédios, nalguns casos são muitos herdeiros (que até inviabiliza obras dos mesmos) e num processo que, igualmente, depende dos recursos financeiros disponíveis na autarquia. Daí não poder ser alargada a outras zonas da cidade.
"O processo destas quatro expropriações encontram-se em fases diferentes. Há dois em que já fizemos a posse administrativa e outros dois numa fase anterior", explica Bruno Pereira. "O objectivo do projecto é a aquisição, por parte da Câmara, de edifícios que estavam em manifesto estado de degradação, que constituem 'pontos negros' para o Núcleo Histórico de Santa Maria Maior.".
Quanto a prazos, "no próximo ano lançaremos uma empreitada para a sua recuperação, transformando-os em apartamentos para habitação social", garante. "Depois de uma fase em que os edifícios recuperados foram destinados a receber espaços de artesanato, comércio ou associações [exemplo a sede do Sindicato de Jornalistas, no Largo do Corpo Santo] ou a Residência de Estudantes, queremos a Zona Velha com população a viver e não só característico e pitoresco para turista ver", conclui.
CMF "percursora"
Numa breve passagem pela Rua de Santa Maria, qualquer transeunte mais atento depara-se com várias casas em avançado estado de degradação, algumas já em ruínas. Nós contámos pelo menos 13 a 'cair aos pedaços' e/ou desabitadas.
"Queremos uma zona vivida e habitada", define o autarca a estratégia. "Claramente que o nosso projecto é percursor a nível nacional, face ao que o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (ex-INH) agora defende que, sempre que possível, se concilie a construção de habitação social com a requalificação urbanística", lembra. "Ou seja, não fazer habitação social em novas áreas, que muitas vezes acarreta um conjunto de problemas com a criação de guetos, mas sim no centro da cidade e, dessa forma, recuperando património".
Quanto a estender esta política para o resto da cidade, aos outros núcleos históricos (Sé e São Pedro), Bruno Pereira é claro: "O grande problema é a componente financeira. Isto não pode ser feito de uma forma generalizada. No futuro, será uma tendência que será alargada".
Francisco José Cardoso
Publicado in Diário de Notícias em 28 de Agosto de 2009
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Política Social,
Requalificação Urbanística
Intervenção junto da população Menos Jovem
Com a população a envelhecer e o crescente aumento da esperança de vida, a corporização de soluções que ajudem os Menos Jovens a manterem-se activos tanto a nível pessoal como comunitário, tem sido uma prioridade das equipas lideradas por Miguel Albuquerque.
É através de políticas de apoio aos Menos Jovens que se reforça o bem estar e a qualidade de vida das populações integradas nestas faixas etárias.
A própria Organização Mundial de Saúde, no final do século XX, substituiu o conceito de “Envelhecimento Saudável” pelo “Envelhecimento Activo”.
A Vereação Social-democrata da Cidade do Funchal colocou ao serviço da população sete Ginásios Municipais e o propósito da criação do conceito de Menos Jovem, por oposição ao idoso/velho.
Os objectivos com estas políticas inovadoras e pioneiras foram e são um sucesso, manifesto no número de pessoas que aderiram, mais de 1800 munícipes.
Temos uma população envolvida na actividade física, mas também em projectos multidisciplinares que integram a componente física, a intelectual e recreativa, essenciais à realização pessoal.
Os nossos Menos Jovem, já interiorizaram que não existe uma idade para ser velho, existem sim comportamentos de risco que nos podem envelhecer para além da nossa idade biológica.
Diferentes propostas inerentes à actividade física, ao lazer, à formação e à ocupação do tempo livre têm sido, nos últimos anos, implementadas pelos ginásios municipais, iniciativa pioneira e de indiscutível sucesso.
É através de políticas de apoio aos Menos Jovens que se reforça o bem estar e a qualidade de vida das populações integradas nestas faixas etárias.
A própria Organização Mundial de Saúde, no final do século XX, substituiu o conceito de “Envelhecimento Saudável” pelo “Envelhecimento Activo”.
A Vereação Social-democrata da Cidade do Funchal colocou ao serviço da população sete Ginásios Municipais e o propósito da criação do conceito de Menos Jovem, por oposição ao idoso/velho.
Os objectivos com estas políticas inovadoras e pioneiras foram e são um sucesso, manifesto no número de pessoas que aderiram, mais de 1800 munícipes.
Temos uma população envolvida na actividade física, mas também em projectos multidisciplinares que integram a componente física, a intelectual e recreativa, essenciais à realização pessoal.
Os nossos Menos Jovem, já interiorizaram que não existe uma idade para ser velho, existem sim comportamentos de risco que nos podem envelhecer para além da nossa idade biológica.
Diferentes propostas inerentes à actividade física, ao lazer, à formação e à ocupação do tempo livre têm sido, nos últimos anos, implementadas pelos ginásios municipais, iniciativa pioneira e de indiscutível sucesso.
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