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terça-feira, 1 de setembro de 2009

Acessibilidades Locais - Curral dos Romeiros

Obra «necessária» para o Monte

Miguel Albuquerque visitou ontem as obras referentes ao prolongamento do Caminho do Curral dos Romeiros ao Caminho dos Pretos, que vai responder às necessidades de acessibilidades de um aglomerado habitacional que se situa naquela zona. O autarca disse que aquela obra, orçada em 1 milhão e 722 mil euros, «é necessária» e não dá para «o meio dos pinheiros», como uma estrada que um partido da oposição defendia para a zona.


O presidente da Câmara Municipal do Funchal visitou ontem as obras em curso referentes ao prolongamento do Caminho do Curral dos Romeiros ao Caminho dos Pretos, na freguesia do Monte, e que representam um investimento de 1 milhão e 722 mil euros.
Miguel Albuquerque lembrou os trabalhos que a edilidade desenvolveu nos últimos anos em termos de melhoria de acessibilidades para os moradores do aglomerado habitacional que se situa naquela localização, como foram os casos da construção do acesso do Caminho dos Pretos até à zona norte do núcleo habitacional e, posteriormente, a estrada de acesso às habitações situadas no perímetro leste.
A obra actualmente em curso, explicou Miguel Albuquerque, é «a mais volumosa em termos de investimento directo da Câmara Municipal do Funchal», correspondendo à ligação desde a zona sul até ao extremo norte do arruamento, fazendo ligação ao Caminho dos Pretos.
Dada a importância e dimensão dos trabalhos, a autarquia funchalense vai «renovar todas as infraestruturas e criar uma mini-central de saneamento básico», para além da estrada permitir acesso à maioria das habitações que se situam na área envolvente. Segundo o edil, «este é mais um compromisso da Câmara que é cumprido».
Miguel Albuquerque aproveitou o facto de estar de visita a uma obra «necessária» para a população do Monte para comentar uma iniciativa partidária de um partido da oposição, «que queria uma estrada onde é uma vereda para o meio dos pinheiros, onde não vive ninguém».
«Noutro dia, veio aqui um senhor que penso que se enganou na estrada», ironizou o presidente da autarquia do Funchal, que acrescentou que a obra em curso é a necessária, tendo em conta o número de pessoas que vai servir, com mais de cinquenta casas em causa.
«A estrada já está a ser executada e desde já fica o senhor fica convidado para, no mês de Março, estar presente na inauguração», concluiu o presidente da Câmara.



Publicada in Jornal da Madeira em 01 de Setembro de 2009

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Estrada ao Sítio do Vasco Gil

Resposta com obra aos caçadores de votos


O Vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal esteve ontem nas zonas altas de Santo António a visitar as obras do 3º impasse do Vasco Gil.
Trata-se de uma obra que deverá estar pronta daqui a seis meses, segundo Bruno Pereira, que referiu, na altura, aos jornalistas, que esta era «uma promessa antiga da Câmara Municipal do Funchal para este sítio, uma obra fundamental para dar melhores condições de acessibilidade a esta população». É que, actualmente, «as pessoas têm de descer uma enorme vereda com várias escadas para chegar às suas habitações» e passam a ter, conforme salientou o autarca, «outras facilidades, como recolha de lixo domiciliária e uma viatura de emergência» para situações em que sejam necessárias.
O vice-presidente contou que «para nós é importante estar aqui, porque houve um conjunto de questões, houve visitas por parte desta população às reuniões públicas da Câmara Municipal do Funchal e só agora é que foi, de facto, possível, retomar esta obra».
Bruno Pereira aproveitou, também, o momento em que esteve de visita à obra, para esclarecer que «estranho, muitas vezes, que alguns partidos políticos, que têm uma dualidade de critérios e que muitas vezes, aquando das expropriações de terrenos, acusam a Câmara ou as entidades públicas de não proteger os direitos das pessoas expropriadas». Mas há outras ocasiões, segundo o autarca, em que «consoante a oportunidade, acusam essas expropriações de não ocorrerem de uma forma mais lesta». E, portanto, continuou, «em função do objectivo, permitam-me a expressão por demais conhecida, muitas vezes somos presos por ter cão e por não ter». Em suma, «quando interessa, ataca-se, dizendo que as pessoas e os expropriados são espoliados, mas, por outro lado, se esse for o intuito de caçar mais alguns votos, dizem que a Câmara demora muito tempo nesse mesmo processo de expropriação».

767 mil euros para as obras

A obra do Vasco Gil, que vem juntar-se a mais dois impasses já existentes, um a norte e um a sul, é a última a ser iniciada pelo facto de ter sido necessário recorrer a negociações com o proprietário de um terreno imprescindível à obra, tendo chegado já a acordo no decurso do presente ano.
As obras, que devem estar prontas dentro de seis meses, correspondem a um investimento de mais de 767 mil euros e completam os trabalhos iniciados e em 2006 e divididos em três fases. A obra tem uma extensão de aproximadamente 240 metros e terá uma zona de estacionamento e inversão de marcha no final, onde se situa um aglomerado populacional.




Cristina Costa e Silva


Publicado in Jornal da Madeira a 27 de Agosto de 2009